Retinose pigmentar: o que é e como acontece este problema

A retina é a parte do olho responsável por formar as imagens que enxergamos. Ela fica no fundo do olho e recebe a luz que entra pela pupila. E é de lá que sai a informação do que é visto para o cérebro interpretar. Por isso essa membrana é tão importante e, pode ser afetada por diversas patologias trazendo graves consequências para a visão, como a Retinose Pigmentar ou Retinite Pigmentosa. Entenda o que é e como tratar essa doença.

O que é a retinose pigmentar?

Na retina há dois tipos de células que transformam o estímulo luminoso em imagem: os cones e os bastonetes. Os primeiros funcionam em lugares iluminados e os segundos, quando há pouca luz. Quando estas células deixam de atuar, a visão é comprometida.
A retinose pigmentar surge exatamente porque esses fotorreceptores deixam de captar luz, prejudicando a formação da imagem pela retina.

Qual é a causa da retinose pigmentar?

As pesquisas revelam que a Retinose Pigmentar é uma doença de origem genética e hereditária na maioria das vezes, rara, que afeta em média 1 a cada 4 mil pessoas no mundo.

Quais são os sintomas e como chegar ao diagnóstico?

Geralmente as pessoas começam com uma dificuldade de enxergar à noite  e em sua visão lateral, isso porque inicia-se com comprometimento visual em lugares pouco iluminados e perda do campo visual periférico inicialmente. É possível perceber que algo está errado quando algum familiar começa a tropeçar nos móveis, por exemplo, ou evita fazer atividades noturnas.

Com o tempo, ocorre a progressão da doença e  o comprometimento da visão central, assim o paciente só consegue ver um recorte central das cenas ao seu redor. Há o risco de cegueira completa.

O diagnóstico é realizado com exames de imagem, como a Fundoscopia/Mapeamento de retina (análise do fundo do olho), a retinografia e a tomografia ocular.

Existe cura? Qual é o tratamento?

Ainda não há registros de cura para a retinose pigmentar, mas em alguns casos a indicação de alimentos ricos em vitamina A e ácido docosahexaenóico (DHA) que podem ajudar a reduzir o avanço da doença. No entanto, outra possível solução tem se tornado cada vez mais próxima de virar realidade.

Por meio de terapia genética, pesquisadores da Universidade de Oxford conseguiram reverter a cegueira de ratos em laboratório, reprogramando as células fotorreceptoras para recuperar a sensibilidade à luz. Os testes em humanos ainda não começaram, mas já há outras pesquisas em andamento. De qualquer forma, o acompanhamento permanente de um oftalmologista é fundamental para garantir a independência do paciente com baixa visão.

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